Com 8 óbitos confirmados, Dourados tem nova morte por chikungunya sendo investigada
Município de Dourados já soma 4.974 casos prováveis da doença, sendo 2.074 confirmados e 2.900 ainda em investigação
O novo boletim publicado nesta segunda-feira (20) pela Prefeitura Municipal de Dourados com dados da epidemia, aponta que uma nova morte está sendo investigada por suspeita da doença. O paciente era um idoso de 84 anos, morador da cidade, com comorbidades, incluindo doença arterial coronariana.
Com isso, o município passa a ter dois óbitos em investigação, além de oito mortes já confirmadas por complicações da chikongunya. Entre os casos confirmados de morte, sete são de pacientes indígenas e um de paciente não indígena.
No total, Dourados já registra 4.974 casos prováveis da doença, sendo 2.074 confirmados e 2.900 ainda em investigação. Também foram contabilizados 1.212 casos descartados, somando 6.186 notificações desde o início do ano.
A taxa de positividade segue alta, em 63,1%, o que indica intensa circulação do vírus no município. Segundo a Vigilância Epidemiológica, esse índice permanece muito acima do considerado adequado e mostra que a epidemia ainda está ativa.
A curva de casos teve pico na semana epidemiológica 12 e apresentou leve queda nas semanas seguintes, mas a transmissão continua forte. Atualmente, os casos agudos estão mais concentrados na área urbana, enquanto nas aldeias indígenas há sinal de redução.
A rede de saúde também sente os impactos da epidemia. A UPA passou de uma média de 300 atendimentos por dia para cerca de 450 atendimentos diários nas últimas semanas. Além disso, 45 pacientes seguem internados em hospitais da cidade com suspeita ou confirmação da doença.
Nas aldeias de Dourados, o boletim aponta 2.294 casos prováveis, com 1.461 confirmações e 833 casos ainda em investigação. Mesmo com a redução recente no número de casos nas comunidades indígenas, a situação ainda exige atenção.
A Secretaria Municipal de Saúde mantém o alerta e reforça que Dourados continua em situação de emergência em saúde pública por causa da chikungunya, com sobrecarga na rede de atendimento e risco elevado de novos casos graves.
✅ Siga o Jornal Midiamax nas redes sociais
Você também pode acompanhar as últimas notícias e atualizações do Jornal Midiamax direto das redes sociais. Siga nossos perfis nas redes que você mais usa. 👇
É fácil! 😉 Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para nos encontrar:
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, WhatsApp, Bluesky e Threads.
💬 Fique atualizado com o melhor do jornalismo local e participe das nossas coberturas!



Publicar comentário