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Sucessor de Barroso deve ser definido após retorno de Lula da Itália, afirma Lewandowski

Sucessor de Barroso deve ser definido após retorno de Lula da Itália, afirma Lewandowski

Data de retorno do presidente ainda não foi divulgada oficialmente; petista tem embarque marcado para este sábado (11) com destino a Roma, onde participará do Fórum Mundial da Alimentação 2025

Reprodução/YouTube/Câmara dos Deputados

Barroso anunciou sua aposentadoria antecipada do STF na última quinta-feira (9)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, informou nesta sexta-feira (10) que a escolha e indicação do novo nome para preencher a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF) deverá ocorrer após o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de sua viagem à Itália. Lula tem embarque marcado para este sábado (11) com destino a Roma, onde participará do Fórum Mundial da Alimentação 2025. A data de retorno do presidente ainda não foi divulgada oficialmente.

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“Essas decisões têm que ser rápidas, mas bem ponderadas. O presidente tem o tempo dele. Ele tem uma viagem marcada para o exterior, e creio que, na volta, isso deve ser decidido”, declarou Lewandowski durante o Fórum Esfera, realizado em Belém, no Pará. No mesmo evento, o ministro da Justiça aproveitou para elogiar Luís Roberto Barroso. “O ministro Barroso desempenhou um excelente trabalho no Supremo. Foi um ótimo colega, um intelectual de proa, e vai fazer falta. Todos aprendemos muito com ele”, afirmou.

Barroso anunciou sua aposentadoria antecipada do STF na última quinta-feira (9). Aos 67 anos, ele poderia ter permanecido no cargo até os 75, idade limite para os ministros da Corte. No final de setembro, Barroso já havia transferido a presidência do STF para o ministro Edson Fachin. Questionado sobre possíveis indicações para a vaga, Lewandowski negou qualquer envolvimento nas discussões e afirmou não ter manifestado preferência por nenhum nome. “Eu, como cidadão, quero que haja alguém que tenha os requisitos constitucionais, notável saber jurídico e reputação ilibada. Essa é uma decisão pessoal do presidente, e ele não precisa consultar ninguém”, concluiu o ministro da Justiça.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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