A vigésima primeira edição do Festival de Cinema Italiano no Brasil tem início marcada para o dia 5 de novembro. A abertura oficial ocorrerá no Auditório do Ibirapuera, localizado na capital paulista, com a exibição do filme “Scherzetto” (“Travessura”), novo longa-metragem dirigido por Mario Martone e estrelado por Toni Servillo. A obra foi recentemente lançada no prestigiado Festival de Veneza.
O evento cinematográfico contará com entrada totalmente gratuita para o público e marcará presença em mais de 100 salas de exibição espalhadas por 70 cidades brasileiras. Além da programação presencial, parte dos títulos selecionados também poderá ser acompanhada de forma remota, por meio de transmissões via streaming disponibilizadas diretamente no site oficial da mostra cultural.
Na cidade de São Paulo, as sessões presenciais serão distribuídas por diversos espaços culturais de relevância. Entre os locais que receberão a programação estão o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Sesc Pompeia, o Cine Belas Artes, o Cinépolis Jardim Pamplona, o Cinusp, o Istituto Italiano di Cultura di São Paulo, a Associação Educacional Eugenio Montale e o Cine Favela Heliópolis.
A seleção oficial da mostra reúne 24 produções audiovisuais e contempla também a tradicional retrospectiva intitulada “Itália em Cena”. O festival conta com o patrocínio master da Pirelli, parceria que se repete pelo quinto ano consecutivo, garantindo suporte financeiro à realização e à expansão do evento pelo país.
De acordo com Erica Bernardini, diretora cultural do Festival de Cinema Italiano no Brasil, a principal proposta desta edição é aproximar diferentes gerações de espectadores. Essa ponte cultural ocorre por meio do diálogo entre cineastas já consagrados pela crítica e novos talentos da realização cinematográfica italiana.
Com uma ampla capilaridade geográfica e uma curadoria que mescla lançamentos internacionais recentes e resgates históricos, o festival consolida-se como um dos principais eventos de difusão da cultura e da cinematografia da Itália no território brasileiro, ampliando o acesso à arte de forma democrática.
Fonte: redir.folha.com.br
