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USP mantém 2º lugar em ranking de melhores universidades da América Latina pelo segundo ano

A Universidade de São Paulo assegurou pelo segundo ano consecutivo a segunda colocação entre as melhores instituições de ensino superior da América Latina e Caribe no ranking QS 2027.

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USP mantém 2º lugar em ranking de melhores universidades da América Latina pelo segundo ano

A Universidade de São Paulo (USP) garantiu, pelo segundo ano consecutivo, a segunda posição na edição de 2027 do prestigiado ranking QS (Quacquarelli Symonds) que elenca as melhores instituições de ensino superior da América Latina e Caribe. O levantamento foi divulgado oficialmente nesta quinta-feira (1º).

A liderança da listagem regional permaneceu com a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC). Com o resultado, a USP encabeça um grupo expressivo de quatro universidades brasileiras que figuram diretamente entre as dez primeiras colocadas de toda a região.

Entre os destaques nacionais na parte superior da tabela, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) assegurou a terceira colocação geral. Logo em seguida, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apareceu na quinta posição, enquanto a Universidade Estadual Paulista (Unesp) conquistou o sexto lugar. No total, o Brasil emplacou 12 instituições entre as 50 melhores da América Latina.

Conforme a avaliação detalhada da QS, o forte desempenho acadêmico do Brasil é impulsionado majoritariamente pela área de pesquisa científica. As universidades do país assumem a liderança regional em quatro dos oito critérios considerados pela consultoria internacional.

Individualmente, a USP obteve a primeira colocação em três quesitos fundamentais: artigos por docente, impacto na web e rede internacional de pesquisa. Além disso, a instituição paulista alcançou a quarta posição em reputação acadêmica e o sétimo lugar em reputação perante os empregadores.

Apesar da forte produção científica, o vice-presidente sênior da QS, Ben Sowter, chamou a atenção para os desafios enfrentados no mercado de trabalho. Segundo o dirigente, a reputação entre empregadores apresentou retração em 79% das instituições brasileiras avaliadas, evidenciando uma lacuna na percepção sobre a capacidade dos egressos atenderem às demandas práticas.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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