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Carlo Ancelotti lidera ranking mundial de salários entre técnicos de seleções

Levantamento realizado por veículo de imprensa alemão aponta que o comandante da seleção brasileira possui os maiores vencimentos anuais do futebol internacional entre equipes nacionais.

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Carlo Ancelotti lidera ranking mundial de salários entre técnicos de seleções

O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, consolidou-se como o treinador mais bem pago do futebol de seleções em todo o planeta. É o que aponta um levantamento detalhado divulgado recentemente pelo tradicional jornal alemão Bild, que colocou o comandante italiano no topo do ranking financeiro da categoria.

De acordo com as informações publicadas pelo periódico da Alemanha, Ancelotti recebe anualmente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) uma quantia estimada em cerca de € 10 milhões, o que equivale a aproximadamente R$ 58,5 milhões na cotação atual. Apesar do montante expressivo pago pela entidade brasileira, o valor ainda representa uma redução em relação aos seus rendimentos anteriores no comando do Real Madrid.

Enquanto esteve à frente do clube merengue, o experiente treinador acumulava ganhos estimados em € 11 milhões por ano, correspondentes a cerca de R$ 64,5 milhões. Mesmo com essa leve diminuição salarial ao migrar para o futebol sul-americano, o profissional manteve-se na primeira colocação isolada entre os técnicos que dirigem seleções nacionais.

O segundo lugar na lista elaborada pelo Bild é ocupado pelo alemão Jürgen Klopp, que assumiu o comando técnico de sua seleção nacional após um período de resultados abaixo das expectativas na Copa do Mundo. A Federação Alemã de Futebol (DFB) desembolsa aproximadamente € 7 milhões anuais para contar com o trabalho do ex-treinador de clubes como Borussia Dortmund e Liverpool.

Outros nomes de peso do futebol internacional também integram o topo da lista de vencimentos do esporte. O argentino Mauricio Pochettino aparece logo na sequência dirigindo a seleção dos Estados Unidos com ganhos de € 6,8 milhões, seguido de perto pelo alemão Thomas Tuchel, responsável por comandar a equipe nacional da Inglaterra com um salário anual de € 6 milhões.

Fechando o grupo dos cinco primeiros colocados, o espanhol Luis de la Fuente teve seus honorários reajustados para € 5 milhões após conduzir a Espanha ao título da Copa do Mundo. A relação do jornal alemão demonstra a expressiva movimentação financeira que envolve os bancos das principais potências do futebol mundial na atualidade.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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