As eleições para o Senado Federal mobilizam os eleitores brasileiros, que vão às urnas para definir os representantes da casa legislativa. O pleito ocorre em conjunto com as disputas para deputado estadual ou distrital, governador e presidente da República. Cada eleitor tem direito a escolher dois nomes distintos para o Senado.
Uma das regras fundamentais na votação é que o eleitor não deve repetir o voto no mesmo candidato. Caso a mesma pessoa seja digitada duas vezes na urna para o cargo de senador, o segundo voto será automaticamente anulado, valendo apenas o primeiro registro.
Entre as atribuições constitucionais do senador, destaca-se a responsabilidade de aprovar nomes para cargos de grande relevância nacional, como ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, além de presidentes e diretores do Banco Central. O Senado também atua em julgamentos de crimes de responsabilidade de autoridades federais.
O sistema que define a vitória para o Senado é o majoritário, o que significa um cálculo direto baseado na quantidade de votos. Os candidatos que obtêm o maior número de sufrágios garantem as vagas já no primeiro turno do pleito, diferindo do sistema proporcional aplicado para deputados.
No aspecto financeiro, o subsídio mensal bruto estipulado para os parlamentares do Senado é de R$ 46.366,19. O valor é regulamentado por decreto e exige o comparecimento regular às sessões deliberativas do Plenário, com aplicação de descontos em casos de ausências injustificadas.
O Congresso Nacional brasileiro adota o modelo bicameral, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Enquanto os deputados federais cumprem mandatos de quatro anos e representam diretamente a população, os senadores exercem funções por oito anos e têm a missão institucional de representar os estados e o Distrito Federal.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
