Neste 4 de outubro, data em que se comemora o Dia Mundial dos Animais e o Dia de São Francisco de Assis, tutores de pets buscaram igrejas e instituições dedicadas ao santo protetor para pedir proteção, agradecer pela companhia dos animais ou pagar promessas. A programação especial inclui missas e bênçãos direcionadas aos bichinhos e suas famílias em várias regiões.
Em São Paulo, as comemorações tiveram início no sábado na Paróquia São Francisco de Assis, localizada na Vila Clementino, na zona sul, além do Santuário São Francisco de Assis, situado no centro da capital paulista. No domingo, o santuário manteve missas desde as primeiras horas da manhã até o meio da tarde, com bênçãos contínuas aos animais presentes.
A Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap), vinculada à Secretaria Municipal da Saúde, também promoveu a sua tradicional Celebração dos Animais no complexo da Divisão de Vigilância de Zoonoses. Na ocasião, cães, gatos e até mesmo porcos receberam bênçãos em um evento aberto ao público que reforça a importância da adoção e do bem-estar animal.
Analy Xavier, coordenadora da Cosap, destacou durante o evento que cuidar dos animais reflete diretamente no cuidado com a saúde humana e com o meio ambiente, integrando o conceito de saúde única. A celebração do órgão municipal ocorre há seis anos e também serve como vitrine para mais de 200 cães e gatos que aguardam por uma nova família.
As homenagens ao santo padroeiro dos animais ultrapassam as fronteiras brasileiras e se estendem por diversos países, como Chile, Equador e Filipinas, onde fiéis reúnem seus bichinhos de estimação para momentos de fé e conscientização sobre os direitos dos animais.
O Dia Mundial dos Animais foi instituído oficialmente em 1931 durante um congresso internacional de proteção animal realizado em Florença, na Itália, escolhendo a mesma data consagrada a São Francisco de Assis. Conhecido historicamente por sua vida de pobreza e profundo amor pela natureza, o santo faleceu em 3 de outubro de 1226 e foi canonizado dois anos depois pela Igreja Católica.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
