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Rogério Marinho evita comentar clima no Senado sobre votação do fim da escala 6×1

Coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho preferiu não adiantar avaliação sobre votação da PEC nesta semana.

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O senador Rogério Marinho (PL-RN), que atua como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, evitou se posicionar nesta segunda-feira, dia 5, sobre a existência de um ambiente político favorável no Senado Federal para a apreciação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) voltada ao fim da jornada de trabalho em escala 6×1.

A discussão sobre a referida proposta está programada para ocorrer ao longo desta semana na Casa legislativa, gerando expectativas entre parlamentares e diferentes setores da sociedade civil organizada. Contudo, questionado diretamente por jornalistas sobre o cenário das negociações, o parlamentar potiguar esquivou-se de cravar prognósticos acerca do andamento da pauta.

Marinho justificou sua cautela ao relatar dificuldades recentes de interlocução com a cúpula diretiva do Senado. Segundo o parlamentar, não foi possível estabelecer um diálogo direto com o senador Davi Alcolumbre para debater os desdobramentos e a tramitação da matéria que mexe com as regras trabalhistas do país.

A Proposta de Emenda à Constituição que visa abolir o modelo de seis dias de trabalho por um de descanso tem mobilizado debates intensos em Brasília. O tema divide opiniões entre representantes sindicais, que defendem a melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores, e alas empresariais, que alertam para potenciais impactos econômicos e custos operacionais.

Enquanto as discussões ganham força no Congresso Nacional, os bastidores políticos seguem intensos na tentativa de viabilizar consensos ou medir forças antes que o texto seja submetido formalmente aos debates e votações em plenário. A postura de lideranças partidárias, como a de Marinho, evidencia a complexidade e a sensibilidade do tema no cenário legislativo atual.

Novos desdobramentos sobre a pauta devem ocorrer nos próximos dias, à medida que os líderes partidários avaliem o quórum e a viabilidade de avançar com a votação da PEC da escala 6×1 no Senado Federal.

Fonte: noticias.uol.com.br

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