Plano do Manchester United gera lucro trimestral – 25/02/2026 – Esporte
O Manchester United informou nesta quarta-feira (25) que obteve lucro no segundo trimestre, conforme suas medidas de corte de custos começaram a dar frutos, embora a queda na receita de patrocínios e na venda de ingressos, após a ausência em competições europeias, tenha limitado os ganhos.
O United reportou um lucro líquido de £ 4,2 milhões de libras (R$ 29,3 milhões) no trimestre encerrado em 31 de dezembro, em comparação com um prejuízo de £ 27,7 milhões (R$ 193 milhões) no ano anterior.
No último ano, o clube recorreu a cortes de empregos, refeições de funcionários e outras medidas de economia após seis anos consecutivos de prejuízos financeiros, causados pelo desempenho abaixo do esperado tanto dentro quanto fora de campo.
“Agora estamos vendo o impacto financeiro positivo da nossa transformação fora de campo se materializar tanto em nossos custos quanto na lucratividade”, disse o CEO Omar Berrada.
A dívida do clube aumentou 37%, chegando a £ 295,7 milhões (R$ 2 bilhões) no final de 2025, enquanto o caixa e equivalentes de caixa caíram para £ 44,4 milhões (R$ 310 milhões), ante £ 95,5 milhões (R$ 667 milhões) um ano antes.
O clube manteve sua previsão de receita anual entre £ 640 milhões (R$ 4,4 bilhões) e £ 660 milhões (R$ 4,6 bilhões), e lucro de £ 180 milhões (R$ 1,2 bilhão) a £ 200 milhões (R$ 1,4 bilhão).
Após uma campanha irregular na Premier League inglesa desde a temporada passada, o 20 vezes campeão inglês aparentemente encontrou seu rumo sob o comando do técnico interino e ex-meio-campista Michael Carrick, que substituiu o treinador Ruben Amorim em janeiro.
Sob Carrick, o United tem sido o time em melhor fase na liga em 2026. Atualmente ocupa a quarta posição com 48 pontos e tem boas chances de se classificar para a Champions League da próxima temporada.
Os resultados do United chegam semanas após o acionista minoritário Jim Ratcliffe ser forçado a se desculpar por dizer que o Reino Unido havia sido “colonizado por imigrantes”, gerando críticas generalizadas, incluindo do primeiro-ministro Keir Starmer e de grupos de torcedores do clube.



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