O Consórcio Guaicurus contestou as acusações relacionadas à venda de um imóvel utilizado como garagem e sede administrativa da Viação Cidade Morena, em Campo Grande. Em nota, a empresa afirmou que a operação foi regular, que o bem não era reversível ao município e que os R$ 9,9 milhões arrecadados foram integralmente aplicados na operação do sistema de transporte para reduzir o déficit financeiro.
A venda, realizada em 2021 para a Pauma Empreendimentos Imobiliários, passou a ser questionada no processo de intervenção do transporte coletivo da Capital após apontamentos da Agereg sobre a natureza do bem, os valores e o destino dos recursos.
Segundo o consórcio, o imóvel não estava vinculado à concessão conforme a cláusula 17.1.2 do Contrato de Concessão nº 330/2012. A diferença entre os R$ 7,7 milhões da escritura e os R$ 9,9 milhões informados decorre da inclusão de um terreno lateral que nunca integrou o sistema de transporte. A empresa também apontou um desequilíbrio econômico-financeiro na concessão e cobrou o repasse de valores previstos em aditivos contratuais.
Fonte: midiamax.com.br
