Com enredo sobre Rita Lee, Mocidade homenageia cão Orelha em alegoria
Morte do cão Orelha mobiliza artistas e manifestantes em protestos pelo Brasil
Manifestantes pediram a responsabilização dos envolvidos na morte do cachorro. Crédito: Tiago Queiroz/Estadão; Jefferson Perleberg/Edição; Reprodução X/@enf_intensiva, @GabrielWolkind, @VictorREMO33, @JjCrfla
RIO DE JANEIRO – A Mocidade Independente de Padre Miguel, primeira escola a desfilar no segundo dia do Carnaval do Rio na Marquês de Sapucaí, homenageou o cão Orelha, que morreu após ser espancado por um adolescente em Praia Brava, em Florianópolis, no enredo “Rita Lee, a padroeira da liberdade”.

Cão Orelha é lembrado em desfile da Mocidade. Foto: Marcelo Piu/Prefeitura do Rio de Janeiro
A cantora Rita Lee era vegana e defensora dos direitos dos animais. Em 2019, a artista lançou o livro infantil “Amiga Ursa”, em que falou às crianças sobre os direitos dos animais.
Orelha foi lembrado em um dos tripés que a agremiação levou à avenida. Na alegoria, esculturas de animais, com óculos escuros, usam coleiras com o nome de Orelha.
A Polícia Civil solicitou a internação do adolescente suspeito da morte do cachorro. Como mostrou o Estadão, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante direitos fundamentais a menores de 18 anos no Brasil, não prevê, porém, a internação de jovens envolvidos em casos de maus-tratos a animais.



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