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Ministro da Venezuela diz que país está preparado para enfrentar qualquer tipo de agressão – Noticias R7

Ministro da Venezuela diz que país está preparado para enfrentar qualquer tipo de agressão – Noticias R7

Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, participou da Cúpula de Países do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), representando o presidente Nicolás Maduro

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Yván Gil, ministro das Relações Exteriores da Venezuela Tainá Farfan/RECORD

Em meio à escalada da tensão entre Estados Unidos e Venezuela, o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Yván Gil, disse que o país está preparado para qualquer tipo de agressão e que “não tem medo de nada”.

“A Venezuela demonstrou que está preparada para enfrentar qualquer tipo de agressão psicológica, agressões midiáticas, agressões de todo tipo. A Defesa Nacional está preparada para fazer frente a qualquer tentativa de agressão interna ou externa”, afirmou Gil.

A fala foi durante participação na Cúpula de Países do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Bogotá, na Colômbia, onde o ministro representou o presidente Nicolás Maduro.

A tensão entre Estados Unidos e Venezuela cresceu ainda mais com o envio de três navios de guerra norte-americanos para a costa venezuelana e após a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que usará “toda a força” contra o governo de Nicolás Maduro. A movimentação militar levantou preocupações sobre possíveis conflitos na região.

Gil ainda minimizou a movimentação militar. “A agressão contra a Venezuela a gente conhece desde que a Revolução Bolivariana chegou, há 26 anos. Esta é mais uma parte de uma guerra psicológica”, afirmou.

Na cúpula da OTCA, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, mencionou em seu discurso que o narcotráfico tem sido usado como pretexto para as investidas militares dos Estados Unidos contra a Venezuela.

“O narcotráfico está sendo usado como pretexto para uma invasão militar. Parece-me absolutamente essencial que os ministérios da Defesa, ou como quer que sejam chamados em seus vários países da América do Sul, América Latina e Caribe, os exércitos e as agências de inteligência policial possam se coordenar na luta contra os inimigos da Floresta Amazônica, um dos quais é o narcotráfico e a máfia”, afirmou Petro.

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