Nova lei destaca a asfixia perinatal e institui dia de prevenção
Pais enfrentam angústia após nascimento de bebê com asfixia perinatal em 2020. O casal, a psicóloga Reneé Rocha, de 35 anos, e o engenheiro civil Guilherme Panegassi, de 38, não puderam desfrutar dos primeiros momentos com o filho Joaquim como haviam planejado.
A experiência, longe de ser a celebração esperada, evidenciou a urgência de conscientização e prevenção da asfixia perinatal, condição que afeta muitos recém-nascidos.
Em um esforço para aumentar a conscientização e promover medidas preventivas, uma nova lei foi sancionada, instituindo um dia nacional dedicado à prevenção da asfixia perinatal. A iniciativa visa informar profissionais de saúde, gestantes e a população em geral sobre os riscos, causas e formas de mitigar essa complicação.
A asfixia perinatal ocorre quando o bebê não recebe oxigênio suficiente durante o trabalho de parto, o parto em si ou imediatamente após o nascimento. Essa falta de oxigênio pode levar a danos cerebrais e outros problemas de saúde graves, com consequências a longo prazo para o desenvolvimento da criança.
A nova legislação busca impulsionar campanhas informativas, treinamentos para equipes médicas e a implementação de protocolos de atendimento que garantam a rápida identificação e intervenção em casos de risco. A expectativa é que, com maior conhecimento e preparo, seja possível reduzir a incidência de asfixia perinatal e melhorar os resultados para os bebês e suas famílias.
A experiência de Reneé e Guilherme ressalta a importância de iniciativas como essa, que visam proteger os recém-nascidos e garantir que mais pais possam vivenciar plenamente a alegria da chegada de seus filhos.
Fonte: redir.folha.com.br


