Quem era a filha de diplomatas que morreu atropelada em Ipanema horas após desembarcar no Rio

Quem era a filha de diplomatas que morreu atropelada em Ipanema horas após desembarcar no Rio

RIO – Filha de diplomatas, Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, morreu no domingo, 17, um dia depois de ser atropelada em Ipanema, zona sul do Rio. A jovem havia acabado de chegar à cidade, deixado as malas no novo apartamento e saído para passear.

Formada em Administração de Empresas na ESCP Business School, em Turim, Mariana viveu cerca de dez anos no exterior e se preparava para iniciar uma nova etapa profissional no Brasil, onde pretendia assumir um cargo em uma multinacional.

 Quem era a filha de diplomatas que morreu atropelada em Ipanema horas após desembarcar no Rio

Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, morreu depois de ser atropelada no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução/TV Globo

Filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e da cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, Mariana havia chegado ao Rio poucas horas antes do acidente.

O acidente

A Polícia Civil do Rio investiga o caso. O corpo da jovem será transferido para São Paulo após ser liberado na segunda-feira, 18, pelo Instituto Médico Legal do Rio.

Além dela, também ficaram feridos a mãe, Ana Patrícia e um homem que não teve a identidade divulgada. Ambos foram atendidos no Hospital Municipal Miguel Couto e já receberam alta.

Segundo testemunhas, o atropelamento aconteceu quando o motorista de uma van perdeu o controle do veículo ao tentar desviar de um ciclista e invadiu a calçada na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá. Mariana, que havia chegado ao Rio poucas horas antes do acidente, foi uma das pedestres atingidas.

Na saída do IML, em entrevista à TV Record, o pai da jovem, Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial da Presidência da República para temas de paz e segurança, lamentou a morte da filha.

“Ela estava no momento áureo da vida, interrompido violentamente no mesmo dia em que chegou ao Rio”, afirmou. “As histórias de vida abreviadas dessa forma não podem se tornar corriqueiras. Nenhuma vida pode ser banalizada. É muito difícil”, disse.

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