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Queda de energia em subestação interna causa atrasos e filas no Aeroporto de Viracopos

Uma falha elétrica em uma subestação interna do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, gerou atrasos em voos e filas extensas na manhã desta terça-feira (22).

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Queda de energia em subestação interna causa atrasos e filas no Aeroporto de Viracopos

Uma interrupção no fornecimento de energia elétrica em uma subestação interna do Aeroporto Internacional de Viracopos, situado em Campinas, causou transtornos significativos para passageiros na manhã desta terça-feira (22). O problema afetou diretamente parte do terminal, deixando o saguão parcialmente às escuras e paralisando os painéis informativos de voos.

De acordo com as informações apuradas, a falha teve início por volta das 3h10 e atingiu primordialmente a região do saguão de check-in. Mesmo horas depois, por volta das 7h30, o local ainda dependia de sistemas de iluminação de emergência enquanto equipes técnicas de manutenção trabalhavam intensamente para normalizar a situação.

O impacto da pane elétrica refletiu imediatamente no fluxo de pessoas. Filas extensas formaram-se para o acesso à área de embarque, estendendo-se por todo o saguão até a porta de entrada do terminal. O movimento também permaneceu bastante intenso nos balcões destinados ao atendimento e ao despacho de bagagens.

Em nota oficial, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos informou que, apesar dos contratempos, os passageiros conseguiram realizar seus embarques nos horários previstos, embora o trâmite tenha ocorrido de forma mais lenta que o habitual. A contagem exata do total de operações afetadas ainda estava em apuração.

A administradora do aeroporto também esclareceu que as pistas de pouso e decolagem, o pátio de aeronaves e as vias de acesso externo não sofreram qualquer tipo de interrupção ou dano. A recomendação repassada aos viajantes foi a de que consultassem diretamente as respectivas companhias aéreas para checar eventuais alterações na programação.

Por sua vez, a CPFL Paulista declarou que o sistema elétrico externo responsável por alimentar o complexo aeroportuário operava dentro da normalidade, sem registros de falhas na rede de distribuição ou solicitações de atendimento, reforçando que o problema ocorreu estritamente nas instalações internas do aeroporto.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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