A reta final da corrida presidencial nas Eleições 2026 é marcada pela divulgação de novos levantamentos de intenção de voto por diferentes institutos de pesquisa. Os números detalham o panorama político nacional para o primeiro turno, refletindo o termômetro do eleitorado brasileiro às vésperas do pleito.
De acordo com os dados apresentados pela Quaest, considerando os votos válidos com base no modelo de eleitor mais propenso a votar, o candidato Lula (PT) aparece com 46%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 45%. Na sequência, figuram nomes como o escritor Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), todos com 3% cada.
Já o instituto Datafolha também divulgou um cenário de primeiro turno que aponta empate técnico no recorte de votos válidos, registrando 45% para Lula e 42% para Flávio Bolsonaro. Nas intenções de voto totais do mesmo instituto, que englobam brancos, nulos e indecisos, o atual presidente marca 42%, ao passo que o candidato do PL pontua 40%.
Outro levantamento recente, realizado pela CNT/MDA, coloca Lula à frente no cenário de votos válidos com 47,8%, seguido por Flávio Bolsonaro, que pontua 42,1%. No mesmo estudo da CNT/MDA, nos votos totais, o petista aparece com 43,1% e o representante do PL soma 38,0%, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para a pesquisa realizada entre o final de setembro e o início de outubro.
As simulações de segundo turno também foram testadas por institutos como o Palver, que apontou vantagem para Flávio Bolsonaro em um eventual confronto direto contra Lula, além de testar outras composições com candidatos do pleito. Por sua vez, a sondagem do CNT/MDA para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro mantém o presidente na liderança, com 47,3% contra 43,1% do adversário.
As pesquisas devidamente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumprem as exigências legais de transparência para a divulgação na reta final da campanha. Os institutos detalharam metodologias de entrevistas presenciais em várias regiões do país, assegurando margens de confiança e erros estatísticos padrão para orientar o eleitorado sobre o cenário político atual.
Fonte: noticias.uol.com.br
