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Três acusados são condenados pela morte de vigilante em Maringá

Julgamento realizado nesta semana condenou três homens pelo assassinato do vigilante Igor Santos Artigas, ocorrido em fevereiro de 2019 no Paraná.

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Três acusados são condenados pela morte de vigilante em Maringá

Após mais de sete anos de espera por justiça, o Tribunal do Júri concluiu o julgamento de três homens acusados pelo assassinato do vigilante Igor Santos Artigas. O crime, que chocou a comunidade local, aconteceu em fevereiro de 2019 na cidade de Maringá, no estado do Paraná.

O encerramento dos trabalhos ocorreu na noite de uma terça-feira, selando uma longa etapa processual que investigou minuciosamente a dinâmica da execução. As penas aplicadas aos réus variam conforme o grau de participação de cada um no homicídio apontado pela acusação.

O réu Alessandro da Silva Riguetto recebeu a maior condenação entre os envolvidos, fixada em 24 anos, 4 meses e 25 dias de reclusão em regime fechado. Já Leandro da Silva Riguetto foi sentenciado a 22 anos de prisão pela sua responsabilidade nos fatos.

O terceiro condenado, João Alencar do Nascimento Jacomo, amplamente conhecido pelo apelido de “Na Bota”, foi condenado a cumprir 13 anos e 9 meses de reclusão. Segundo os apontamentos da denúncia apresentada pelo Ministério Público, Alessandro e Leandro foram os executores que efetuaram os tiros letais, enquanto João atuou como o motorista do veículo empregado na emboscada.

O crime foi marcado por planejamento prévio. Conforme apurado pelas autoridades policiais durante a fase de instrução, Igor conduzia sua motocicleta quando passou a ser implacavelmente perseguido por um automóvel modelo Honda Fit de cor preta. O carro utilizado na ação criminosa havia sido subtraído em um roubo na noite anterior e, posteriormente, localizado completamente incendiado.

As investigações conduzidas ao longo do processo revelaram que a motivação do homicídio estaria ligada a um desentendimento de longa data relacionado à atuação profissional da vítima na área de segurança privada. Vale destacar que um quarto suspeito, identificado como Maikon Wellingtton Ferreira, também figurava como réu na ação penal, porém acabou falecendo no ano de 2023, tendo sua punibilidade extinta sem ir a julgamento.

Fonte: tnonline.uol.com.br

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