A abóbora é uma cultura amplamente difundida no território brasileiro, com raízes históricas ligadas à base alimentar de civilizações como astecas, incas e maias. Integrante da família das cucurbitáceas, a mesma da melancia e do pepino, o fruto destaca-se por ser rico em vitamina A, além de fornecer vitaminas do complexo B, cálcio e fósforo, apresentando poucas calorias e fácil digestão.
Variedades e seleção no mercado
Entre os tipos mais encontrados no país estão a abóbora seca, com frutos grandes que podem atingir até 15 kg; a baianinha, de frutos pequenos, pescoço e casca rajada; e a abóbora japonesa ou kabotiá, que possui gomos e casca verde-escura. Na hora da compra, especialistas recomendam observar se a casca está sem brilho — sinal de maturação completa —, além de evitar frutos com machucados, ferimentos ou sinais de mofo e podridão.
Conservação e aproveitamento culinário
Os frutos inteiros podem ser mantidos por cerca de três meses após a colheita em local fresco e seco, preferencialmente com o cabinho. Na culinária, a hortaliça adapta-se tanto a pratos salgados, como sopas, refogados e massas, quanto a preparações doces, a exemplo de pudins, bolos e curau. As sementes também podem ser aproveitadas e consumidas torradas como aperitivo, enquanto as cascas servem de ingrediente para farofas e sopas.
