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Mulher de 28 anos é investigada por vender imóveis de alto padrão sem registro

Conselho Regional de Corretores de Imóveis identificou perfil no Instagram usado para captar clientes e intermediar propriedades de alto padrão na Capital sem habilitação.

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Mulher de 28 anos é investigada por vender imóveis de alto padrão sem registro

Uma mulher de 28 anos passou a ser investigada pelas autoridades policiais sob a suspeita de atuar de forma irregular como corretora de imóveis em Campo Grande. O caso foi formalmente registrado nesta terça-feira (15), após apurações iniciais conduzidas por órgãos de fiscalização e pelo Ministério Público Estadual.

A denúncia que deu origem ao procedimento partiu do CRECI/MS (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul). O órgão fiscalizador identificou a existência de um perfil em uma rede social utilizado para divulgar, captar clientes e oferecer serviços de intermediação na compra e venda de propriedades na Capital.

De acordo com as informações divulgadas no processo de investigação, a suspeita utilizava a plataforma digital para promover empreendimentos de alto padrão. Nas publicações, ela se apresentava publicamente utilizando os títulos de “advogada e consultora imobiliária”, embora não possua o registro obrigatório exigido pelo conselho profissional.

A situação chegou ao conhecimento da polícia após uma requisição formal do Ministério Público Estadual, que solicitou a abertura de inquérito para apurar a conduta. Para embasar a investigação, o CRECI/MS encaminhou às autoridades um relatório detalhado de fiscalização acompanhado de documentos comprobatórios.

Entre os elementos reunidos na apuração preliminar, constam registros que demonstram a atuação da mulher na oferta ativa de imóveis e na captação de clientes na região do bairro Santa Fé, área nobre de Campo Grande. A falta de habilitação legal para exercer a atividade gerou o acionamento dos órgãos de controle.

O caso foi oficialmente registrado na 7ª Delegacia de Polícia de Campo Grande, onde o episódio é tratado como exercício ilegal de profissão ou atividade. Com o andamento das investigações, a suspeita deverá ser ouvida para prestar esclarecimentos formais sobre as atribuições profissionais divulgadas em suas redes sociais.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano