A proximidade do primeiro turno das eleições de 2026 traz à tona diversas dúvidas práticas para os eleitores na hora de registrar o voto na urna eletrônica. Entre as principais questões está o uso da tradicional cola eleitoral, um recurso bastante utilizado para evitar confusões diante da quantidade de cargos em disputa e números extensos de candidatos.
De acordo com as orientações oficiais para o pleito, o eleitor tem total permissão para levar uma cola em papel para o momento da votação. Como são vários números para lembrar e digitar na sequência correta, anotar as escolhas previamente em um pedaço de papel e consultar o material dentro da cabine de votação é uma prática totalmente liberada e recomendada para agilizar o processo.
Por outro lado, as regras de segurança e sigilo do voto impõem restrições severas ao uso de equipamentos eletrônicos. É terminantemente proibido o uso do celular na cabine da urna eletrônica, assim como de tablets e outros aparelhos tecnológicos, a exemplo de óculos inteligentes equipados com câmeras.
Existem exceções pontuais para a utilização de dispositivos móveis antes da etapa final na cabine. O eleitor pode utilizar o telefone celular para apresentar o aplicativo e-Título aos mesários e comprovar sua identidade antes de votar. No entanto, logo após essa verificação inicial, o aparelho deve obrigatoriamente ser deixado no local indicado pelos mesários antes de o eleitor se dirigir à urna.
Para auxiliar os cidadãos na organização, plataformas informativas disponibilizam modelos de cola que podem ser impressos e preenchidos com os números dos candidatos na ordem exata em que eles aparecem na tela da urna eletrônica, facilitando o fluxo de votação e evitando erros.
Vale lembrar que o primeiro turno das eleições de 2026 está agendado para o dia 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno foi marcado pelo Tribunal Superior Eleitoral para o dia 25 de outubro do mesmo mês.
Fonte: g1.globo.com
