A futura construção de um viaduto para substituir a tradicional rotatória localizada no cruzamento entre as avenidas Gury Marques e Interlagos já tem um destino certo na memória da população de Mato Grosso do Sul. Até mesmo o titular da Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística), Guilherme Alcântara, admite que o esforço para batizar a estrutura com outro nome será em vão.
Segundo o secretário, qualquer denominação oficial dada ao complexo viário será ignorada pelos moradores. “Não pode colocar nome nenhum lá, né? Qualquer nome que colocar no viaduto vai ser ‘viaduto da Coca-Cola'”, afirmou Alcântara, reconhecendo o marketing involuntário garantido pela forte identificação popular com o ponto de referência.
Apesar da certeza quanto ao apelido carinhoso dado pela comunidade, a materialização da obra ainda vai demorar. O projeto estrutural enfrenta entraves burocráticos ligados ao processo de licitação e, conforme o planejamento oficial divulgado pela pasta, o lançamento definitivo da intervenção ficou reprogramado para o ano de 2027.
Enquanto a infraestrutura urbana segue no horizonte dos próximos anos, o debate político e administrativo do Estado movimenta os bastidores locais. Questões sobre concessões ferroviárias federais, cobranças por demarcação de terras indígenas e prestações de contas de pastas estaduais também compõem o cenário político recente acompanhado de perto pela imprensa regional.
No âmbito da saúde pública estadual, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) tem compromisso agendado para o próximo dia 25 de setembro. A pasta precisará abrir as contas referentes ao segundo quadrimestre de 2026 durante audiência pública convocada pela Comissão de Saúde na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
Por fim, as atenções na Capital também se voltam para a área de mobilidade urbana e transporte público. A prefeita Adriane Lopes confirmou para esta data a entrega do segundo relatório detalhado do comitê interventor, documento que trará um balanço abrangente sobre os primeiros noventa dias de intervenção no sistema.
Fonte: www.campograndenews.com.br
