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Uma em cada quatro indústrias de MS aumentou a produção em agosto

Pesquisa realizada pela Fiems com 60 empresas sul-mato-grossenses revela que 25% aumentaram a produção no mês de agosto, enquanto a maioria optou por manter o ritmo de julho.

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Uma em cada quatro indústrias de MS aumentou a produção em agosto

Uma em cada quatro indústrias de Mato Grosso do Sul registrou aumento na produção durante o mês de agosto, na comparação com o mês anterior. Os dados fazem parte de uma sondagem realizada pela Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul).

Apesar do avanço para 25% das empresas ouvidas, a maior parte do setor optou por manter o ritmo inalterado. Conforme o levantamento, 53% das companhias mantiveram o volume de produção estável no período avaliado.

As fábricas sul-mato-grossenses operaram, em média, com 71% de sua capacidade instalada ao longo de agosto, indicando que ainda há espaço para ampliar a fabricação com a estrutura física e de pessoal já disponível. Do total, 68% dos empresários afirmaram operar em um ritmo igual ou superior ao considerado habitual para a época.

Quando questionados sobre as perspectivas para os próximos seis meses, 41% dos empresários demonstram otimismo e esperam vender mais. Outros 52% acreditam que a procura por seus produtos permanecerá no patamar atual, enquanto apenas 7% preveem uma queda na demanda.

A cautela do setor produtivo também se reflete nos planos de contratação. Apenas 19% das indústrias consultadas pretendem ampliar o quadro de funcionários, ao passo que 72% planejam manter o número atual de empregados e 9% preveem cortes.

Em relação ao planejamento estratégico, 38% das empresas pretendem aumentar os pedidos de matérias-primas e metade planeja manter o volume atual. Além disso, 48% revelaram a intenção de realizar investimentos no próximo semestre, com o índice de intenção de investimento registrando 54,9 pontos em setembro.

A sondagem da Fiems ouviu um total de 60 indústrias no Estado, abrangendo 28 pequenas empresas, 24 médias e oito de grande porte, representando setores fundamentais para a economia regional, como alimentos, biocombustíveis, plásticos, metalurgia e vestuário.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano