O Governo de Mato Grosso do Sul contratou por R$ 3,09 milhões a empresa que ficará responsável por pavimentar e implantar o sistema de drenagem no estacionamento do Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande. O contrato firmado com a KM Engenharia Ltda. foi formalmente publicado no Diário Oficial do Estado.
A execução dos serviços terá o prazo limite de 180 dias para ser concluída, contados a partir da emissão da ordem de início dos trabalhos. A intervenção estrutural será acompanhada de perto e executada por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos).
O documento contratual foi assinado na última segunda-feira, após a empreiteira sagrar-se vencedora do processo licitatório promovido pelo Estado. A concorrência havia sido homologada no início do mês de setembro, fechando o valor definitivo da execução em exatos R$ 3.094.130,18, ficando ligeiramente abaixo do orçamento inicialmente estimado.
De acordo com os projetos técnicos integrantes da licitação, a infraestrutura contará com a implantação de 8,9 mil metros quadrados de asfalto novo e a construção de 239 metros de galerias pluviais destinadas à captação adequada da água da chuva no local.
Além da pavimentação asfáltica e drenagem, o planejamento contempla a construção de 1,6 mil metros quadrados de calçadas adaptadas com acessibilidade, piso tátil, instalação de meio-fio e sinalização viária completa para organizar o fluxo de veículos e pedestres.
A iniciativa busca solucionar um problema crônico enfrentado por visitantes e frequentadores do Bioparque desde a inauguração oficial do complexo turístico, ocorrida em 2022. Até então, o acesso e a área de estacionamento contavam com piso de terra coberto apenas por brita.
Com a ausência de pavimentação adequada, a área gerava fortes transtornos: em dias de chuva intensa, o solo se transformava em lama, enquanto nos períodos de estiagem os motoristas precisavam lidar com grandes volumes de poeira ao estacionar na entrada do atrativo.
O projeto arquitetônico original previa originalmente uma rotatória na fachada do prédio e pátios estruturados em ambos os lados, mas essas soluções não foram concretizadas na fase inicial de construção da obra que transformou o local em um dos principais cartões-postais do Estado.
Fonte: www.campograndenews.com.br
