A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva movimentou sua equipe jurídica nesta quarta-feira (24) para protocolar um recurso formal contra o bloqueio de anúncios e publicações impulsionadas nas plataformas pertencentes à empresa Meta.
A medida tomada pelas redes sociais impactou diretamente a estratégia de comunicação digital da chapa governista, que depende do alcance ampliado para divulgar suas propostas e realizações junto ao eleitorado brasileiro durante o período oficial de campanha.
Os advogados responsáveis pela defesa da candidatura argumentam que a suspensão das inserções publicitárias prejudica a paridade de armas no pleito e limita a veiculação de conteúdos lícitos e informativos autorizados pela legislação eleitoral vigente.
O bloqueio imposto pela Meta gerou preocupação nos bastidores da coordenação de campanha, que agora aguarda uma manifestação da Justiça Eleitoral e da própria big tech para reverter a restrição técnica aplicada aos perfis oficiais.
A disputa em torno da moderação de conteúdos políticos e da veiculação de propaganda paga na internet tem sido um dos grandes desafios enfrentados pelas diferentes chapas que concorrem aos cargos majoritários nas eleições de 2026.
Até o momento, a empresa responsável pelo Facebook e Instagram não divulgou um posicionamento detalhado sobre os fundamentos técnicos que motivaram a restrição específica aos anúncios da campanha governista, mantendo o caso sob análise das instâncias competentes.
Fonte: www.poder360.com.br
