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Em meio a crise interna e ‘guerra de decisões’, ministros do STF participam de sessão plenária

Os ministros do Supremo Tribunal Federal se reúnem em sessão nesta quarta-feira (30) para analisar uma ação sobre planos de saúde, em meio a um cenário de crises internas e embates recentes na Corte.

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Em meio a crise interna e ‘guerra de decisões’, ministros do STF participam de sessão plenária

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se reúnem nesta quarta-feira (30) para analisar uma ação que discute planos de saúde. A sessão ocorre em meio a seguidas crises entre os magistrados e a um cenário que tem sido descrito nos bastidores como uma ‘guerra de decisões’ dentro da Corte.

As divergências recentes envolvem episódios de embates diretos, como o ocorrido entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, além de uma nova disputa associada a postagens sobre Flávio Bolsonaro e a Nossa Senhora Aparecida, tema que também tramita em votação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A abertura da sessão plenária foi marcada por pronunciamentos institucionais e reflexões sobre o momento atual do tribunal. O ministro Gilmar Mendes pediu a palavra e aproveitou a ocasião para criticar publicamente a ocorrência de vazamentos seletivos de informações.

Durante sua manifestação, que também celebrou o primeiro ano da gestão do ministro Edson Fachin na presidência da Suprema Corte, Gilmar Mendes destacou a necessidade de o magistrado manter a equidistância e ressaltou que divergências de entendimento não devem se confundir com uso político-eleitoral de investigações ou dados sigilosos.

Ainda na tribuna, o decano do tribunal pontuou que, no primeiro semestre de 2026, o plenário julgou o dobro de processos em comparação com o mesmo período do ano anterior. Ele também elogiou a condução de Fachin e recebeu cumprimentos do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, que destacou o papel de equilíbrio exigido do tribunal às vésperas de eleições gerais.

Após as falas iniciais e os cumprimentos regimentais, o presidente do STF, Edson Fachin, deu início à leitura da pauta de julgamentos do dia. O primeiro item a ser apreciado foi o recurso extraordinário 1050597, que tem como objetivo definir se servidores públicos municipais, estaduais e distritais que ingressaram no serviço público federal após a criação do regime de previdência complementar possuem a prerrogativa de optar pelo regime anterior.

Fonte: g1.globo.com

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