Os moradores do município de Mauá da Serra, no Paraná, foram oficialmente contemplados com a isenção na tarifa de pedágio da rodovia BR-376. A medida de alívio financeiro para a população local passa a valer a partir do dia 1º de outubro de 2026, com vigência inicial garantida até o dia 1º de outubro de 2027.
De acordo com as regras estabelecidas para o benefício, a medida assegura aos motoristas devidamente cadastrados o direito a duas passagens diárias totalmente gratuitas. Esse quantitativo corresponde exatamente a um trajeto de ida e outro de volta pela praça de cobrança instalada na região.
A Administração estabeleceu que, após o encerramento do primeiro ano de vigência da gratuidade, os usuários beneficiados precisarão realizar um processo de renovação da solicitação. O procedimento é obrigatório para que possam continuar desfrutando da isenção nas passagens pela rodovia.
A conquista expressiva foi anunciada publicamente pelo deputado estadual Arilson Chiorato, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). O parlamentar fez questão de destacar que o benefício é fruto de uma intensa articulação política conduzida em conjunto com o prefeito do município, Giva Lopes, integrante do partido União.
Em declaração sobre a novidade, o deputado ressaltou o esforço conjunto para alcançar o resultado favorável à população local. Segundo ele, após muita insistência e trabalho político por parte de seu mandato e da prefeitura, foi possível viabilizar a isenção tanto para os moradores que já ingressaram com o processo quanto para aqueles que ainda venham a solicitá-la.
Para os cidadãos interessados em obter mais informações, realizar o pedido de isenção ou compreender integralmente as condições da gratuidade, a orientação é entrar em contato direto com os canais oficiais disponibilizados pela concessionária responsável pelo trecho rodoviário.
Eventuais dúvidas sobre o processo podem ser esclarecidas por meio do endereço eletrônico de atendimento [email protected], pelo número de telefone (11) 94144-7261, ou ainda recorrendo aos órgãos competentes, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Fonte: tnonline.uol.com.br
