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Veja quem são os suplentes dos senadores eleitos em 2026

A eleição de 2026 renovou dois terços do Senado e definiu 108 suplentes; confira a lista completa e os perfis das chapas formadas em todo o país.

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Veja quem são os suplentes dos senadores eleitos em 2026

A eleição de 2026 renovou dois terços do Senado, garantindo mandatos até 2035 aos vencedores. Cada um dos 54 senadores eleitos traz consigo dois suplentes, que podem assumir uma cadeira na Casa caso o titular se afaste temporária ou definitivamente durante os oito anos de mandato. A Constituição estabelece que a convocação segue a ordem registrada na chapa: primeiro o 1º suplente e, quando necessário, o 2º.

Ao todo, são 108 suplentes vinculados aos senadores escolhidos em 2026. O histórico recente do Senado demonstra que a substituição de titulares é frequente. De acordo com dados do próprio Senado para as legislaturas de 2019 a 2026 e de 2023 a 2030, dezenas de suplentes já exerceram o mandato ao longo dos anos, seja por licenças superiores a 120 dias, renúncias ou falecimentos dos titulares.

Entre os suplentes eleitos em 2026 encontram-se perfis variados, incluindo políticos experientes, empresários, dirigentes partidários, lideranças religiosas e pessoas que nunca antes haviam exercido mandato eletivo. Especialistas apontam que a escolha dos suplentes costuma envolver estratégias para agregar forças políticas, atrair recursos financeiros para as campanhas ou consolidar alianças partidárias amplas.

Parentes de peso também ocupam posições de destaque em diversas chapas estaduais. No Distrito Federal, a senadora eleita Michelle Bolsonaro terá o irmão Diego Torres como primeiro suplente, enquanto Bia Kicis contará com seu filho, Samuel Kicis. No Amazonas, Eduardo Braga terá novamente a esposa Sandra Braga como primeira suplente. Dinâmicas semelhantes ocorrem no Pará, com Helder Barbalho tendo o próprio pai, Jader Barbalho, como primeiro suplente, além de casos em Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Norte.

Outro grupo bastante recorrente entre os suplentes é o de empresários e detentores de grandes patrimônios declarados. No Distrito Federal, o segundo suplente de Bia Kicis declarou milhões em bens. Em Mato Grosso, Tocantins e São Paulo, nomes ligados ao agronegócio, à advocacia e ao setor corporativo também preenchem as vagas nas chapas, refletindo a pluralidade econômica dos apoios políticos.

A definição prévia dos suplentes assegura a continuidade da representação de cada estado federativo no Congresso Nacional. Com a conclusão do pleito e a proclamação dos resultados de 2026, o mapa completo com os 108 nomes que compõem as suplências em todo o país já está estabelecido para o próximo ciclo legislativo no Senado Federal.

Fonte: g1.globo.com

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