Polícia apreende 6 adolescentes acusados de estupro coletivo do Rio
Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência infantil, violência sexual e estupro de vulnerável. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 100 ou 190, e denuncie.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu neste sábado, 16, seis adolescentes acusados de estuprar coletivamente uma menina de 12 anos. Eles serão internados provisoriamente.
De acordo com a polícia, no início de abril, um dos adolescentes, que era namorado da vítima, atraiu a jovem para uma emboscada. Na ocasião, a menina foi violentada pelos oito agressores.
A polícia afirmou que as cenas do crime foram filmadas e compartilhadas nas redes sociais.
Caso de estupro coletivo é investigado pela Delegacia da Mulher do Rio. Foto: Governo do Rio/Divulgação
O caso, que aconteceu em Campo Grande, na zona oeste do Rio, chegou ao conhecimento das autoridades após a mãe da menina prestar queixa no último dia 13. A jovem prestou depoimento na Delegacia de Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e confirmou os fatos.
“A partir da comunicação do crime, a unidade iniciou imediatamente um intenso trabalho investigativo e, em poucas horas, conseguiu identificar todos os oito menores envolvidos”, afirmou a polícia em nota.
Os adolescentes suspeitos devem responder por atos infracionais análogos aos crimes de estupro coletivo de vulnerável e divulgação de cena de estupro. A Polícia ainda procura os outros dois envolvidos no crime.
Caso de repercussão em Copacabana
Em janeiro, outro grupo de jovens estuprou coletivamente uma menina em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. A vítima também foi atraída em uma emboscada, desta vez pelo ex-namorado.
O menor de 17 anos convidou a vítima para ir ao apartamento e, quando eles estavam no quarto, permitiu que outros quatro comparsas entrassem e a violentassem.
Os acusados tiveram a prisão decretada e respondem presos aos processos. O adolescente foi condenado à medida de internação por um período inicial de seis meses. A defesa dos acusados nega a participação deles nos crimes.



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