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Defesa Civil de São Paulo registra dezenas de ocorrências e rajadas de vento de até 92,6 km/h

Temporal em municípios paulistas deixa desalojados, provoca quedas de árvores e atinge rajadas recordes de vento no interior e na capital.

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Defesa Civil de São Paulo registra dezenas de ocorrências e rajadas de vento de até 92,6 km/h

A Defesa Civil do Estado de São Paulo mantém o monitoramento intenso das condições meteorológicas desde as primeiras horas da última sexta-feira (11). O panorama mais recente divulgado revela que dezenas de municípios paulistas enfrentam impactos severos provocados por temporais, acumulados expressivos de chuva e rajadas de vento de grande intensidade.

Até o momento, o órgão contabilizou 25 ocorrências oficiais em todo o território estadual. O balanço preliminar aponta uma pessoa ferida, 23 cidadãos desabrigados e outros 66 desalojados, embora felizmente não haja registros de óbitos ou pessoas desaparecidas em decorrência dos eventos climáticos extremos.

As rajadas de vento atingiram marcas impressionantes em diversas regiões. O maior registro ocorreu no município de Piraju, onde os ventos alcançaram 92,6 km/h. Outras localidades como Bauru (72,7 km/h), Dracena (66 km/h) e Araçatuba (61,2 km/h) também sentiram a força do temporal. Na capital paulista, a maior rajada registrada chegou a 51,5 km/h.

Os volumes de precipitação acumulada nas últimas 24 horas também foram alarmantes, ultrapassando 80 mm em cidades como Cotia e Diadema, e atingindo 77 mm na própria capital. Um total de 40 municípios registrou índices iguais ou superiores a 50 mm de chuva no período, provocando alagamentos, deslizamentos de terra, quedas de muros e danos a estruturas residenciais.

Para mitigar riscos à população, a Defesa Civil enviou 15 alertas via Cell Broadcast durante a noite e a madrugada para diferentes áreas do estado, orientando os moradores a buscarem abrigos seguros. Um Gabinete de Crise segue instalado no Centro de Gerenciamento de Emergências para coordenar o atendimento integrado e a resposta rápida às regiões afetadas.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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