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Terapeuta integrativa morre após ser espancada dentro de veículo e abandonada em rodovia catarinense

Marli Aparecida de Freitas Stella, de 48 anos, foi vítima de feminicídio em Maravilha (SC); o companheiro foi preso em flagrante no ambiente de trabalho.

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Terapeuta integrativa morre após ser espancada dentro de veículo e abandonada em rodovia catarinense

A terapeuta integrativa Marli Aparecida de Freitas Stella, de 48 anos, faleceu na sequência de uma série de agressões violentas sofridas dentro de um automóvel no município de Maravilha, localizado no Oeste de Santa Catarina. O principal suspeito da autoria do homicídio é o companheiro da vítima, um homem de 53 anos que acabou detido em flagrante pelas autoridades policiais diretamente em seu local de trabalho.

O acionamento das forças de segurança ocorreu por volta das 22h do último domingo, momento em que a Polícia Militar foi alertada por meio de denúncias a respeito de um veículo do modelo Fiat Siena que se encontrava estacionado de maneira atípica às margens da rodovia BR-282, nas proximidades do Centro de Tradições Gaúchas da cidade catarinense.

Diante do chamado, equipes policiais deslocaram-se até o endereço indicado e depararam-se com Marli gravemente ferida, apresentando lesões severas concentradas primariamente na região da face. Imediatamente, o socorro de emergência foi acionado e mobilizou profissionais do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência para prestar os primeiros atendimentos à vítima.

Apesar da rapidez no deslocamento e no atendimento pré-hospitalar, a mulher não resistiu à intensidade dos traumas sofridos e veio a óbito pouco tempo após dar entrada no Hospital São José, para onde havia sido encaminhada em estado crítico na tentativa de salvamento.

O avanço célere na identificação do suspeito deu-se graças ao auxílio de registros obtidos por câmeras de segurança instaladas nas imediações do local do crime. Os equipamentos capturaram o momento exato em que o parceiro aproximou-se do automóvel e desferiu os golpes contra a terapeuta, fornecendo elementos visuais cruciais para a localização e a prisão do investigado.

Durante os trabalhos de perícia no interior do veículo, os agentes recolheram uma pedra manchada de sangue. Contudo, a confirmação científica de que o artefato foi efetivamente o instrumento empregado nas agressões permanece dependente da conclusão do laudo oficial emitido pelo exame cadavérico.

O inquérito policial segue em andamento sob a tutela conjunta da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso e da Divisão de Investigação Criminal de Maravilha. Conforme esclarecido pela Polícia Civil, a elucidação completa da dinâmica e das motivações subjacentes ao feminicídio aguarda a finalização dos exames periciais no local e das análises laboratoriais dos vestígios apreendidos.

Fonte: tnonline.uol.com.br

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