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Dólar recua a R$ 5,15 em dia de alta dos juros nos Estados Unidos

O dólar comercial fechou cotado a R$ 5,1512 nesta quarta-feira, registrando queda de 0,06%, enquanto o Ibovespa recuou 0,51% e terminou aos 185.548 pontos.

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Dólar recua a R$ 5,15 em dia de alta dos juros nos Estados Unidos

O dólar comercial fechou em queda de 0,06%, cotado a R$ 5,1512, nesta quarta-feira (16), no mercado brasileiro. A movimentação da moeda norte-americana ocorreu em um dia marcado por importantes decisões de política monetária tanto no cenário nacional quanto internacional.

Paralelamente ao comportamento do câmbio, o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do País, também apresentou recuo. O indicador terminou o pregão aos 185.548 pontos, registrando baixa de 0,51% e ficando 953 pontos abaixo do fechamento anterior.

Mesmo com a retração registrada nesta quarta-feira, o dólar acumula alta de 0,51% na semana. No entanto, no acumulado do mês de setembro, a moeda registra baixa de 0,55%, enquanto o recuo desde o início do ano chega a 6,15%. O dólar turismo encerrou o dia cotado a R$ 5,355, com avanço de 0,13%.

No mercado acionário, o Ibovespa acumula perda de 0,89% na semana, mas ainda mantém um desempenho positivo de 4,58% no mês. No acumulado do ano, a valorização do índice brasileiro atinge 15,16%.

No cenário internacional, os investidores repercutiram a decisão do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano). A instituição elevou os juros em 0,25 ponto percentual, fixando a taxa básica na faixa entre 3,75% e 4% ao ano. A medida, aprovada por unanimidade, representou a primeira alta dos juros nos Estados Unidos desde julho de 2023, o que pode atrair recursos para o mercado norte-americano e impactar o fluxo de investimentos em países emergentes.

No Brasil, a expectativa do mercado financeiro esteve voltada para a divulgação da decisão do Copom (Comitê de Política Monetária). Após o fechamento dos mercados, o colegiado reduziu a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano. Trata-se do quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica ao seu menor patamar desde março de 2025.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano