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Adolescente atacada por abelhas na Grande BH apresenta melhora e deve deixar CTI, diz família

A jovem de 12 anos atacada por um enxame de abelhas em Ibirité apresentou melhora clínica significativa e tem previsão de deixar o CTI.

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Adolescente atacada por abelhas na Grande BH apresenta melhora e deve deixar CTI, diz família

A aluna de 12 anos que foi atacada no início da semana por um grande enxame de abelhas em Ibirité, cidade situada na região metropolitana de Belo Horizonte, apresentou melhora expressiva em seu quadro clínico e deve ser transferida do Centro de Terapia Intensiva (CTI) para um quarto de observação neste sábado (19).

As informações foram repassadas pelos familiares da jovem nesta sexta-feira (18). Os parentes também destacaram que, felizmente, a paciente não corre o risco de desenvolver complicações graves comumente associadas a ataques massivos de insetos, como arritmia cardíaca e insuficiência renal.

O Serviço Social Autônomo (SSA) Contagem, responsável pela gestão do Hospital e Centro Materno Infantil de Contagem onde a adolescente se encontra internada, confirmou que ela permanece com o estado de saúde considerado estável, recebendo todos os cuidados necessários da equipe médica, embora a instituição ainda não tenha oficializado uma previsão exata para a alta hospitalar.

O incidente ocorreu por volta das 13h da última segunda-feira (14), nas proximidades da entrada de uma instituição de ensino. De acordo com relatos do Corpo de Bombeiros, diversos estudantes, adolescentes e pedestres que passavam pelo local acabaram sendo surpreendidos e atacados após a queda de uma colmeia de uma árvore.

A situação ganhou ampla repercussão após ser registrada em vídeo por um motociclista que atua como produtor de conteúdo nas redes sociais. As imagens mostraram a adolescente cercada pelos insetos e em estado de choque, momento em que o condutor tentou usar um desodorante para afastar as abelhas e funcionários da escola utilizaram uma mangueira com água para socorrê-la.

Com a queda e o rompimento da colmeia, o enxame acabou se dispersando por uma área maior, exigindo a atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para socorrer outros alunos picados e a intervenção da Polícia Militar, que isolou o perímetro até que a remoção total dos insetos pelos bombeiros fosse concluída.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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