Últimas notícias
BRASIL

Maioria dos leitores diz não ter sido afetada pela greve da Caixa e dos Correios

Pesquisa do Campo Grande News mostra que 69% dos leitores não foram afetados pela greve na Caixa Econômica Federal e nos Correios, em curso desde 10 de setembro.

Compartilhe: WhatsApp Facebook X
Maioria dos leitores diz não ter sido afetada pela greve da Caixa e dos Correios

Para 69% dos leitores do portal Campo Grande News, a greve conjunta realizada por funcionários da Caixa Econômica Federal e dos Correios passou praticamente despercebida no cotidiano. Os dados foram apurados em enquete realizada pelo veículo, refletindo a percepção do público sobre as paralisações nacionais que tiveram início no dia 10 de setembro.

Apesar da ampla adesão em alguns setores, apenas 30% dos participantes da consulta relataram ter sido diretamente afetados por falhas ou interrupções em serviços prestados pelas duas instituições. Entre os impactados, os índices se dividiram entre 11% que sofreram transtornos com os Correios, 12% com a Caixa e 9% que registraram prejuízos decorrentes de ambos os movimentos paredistas.

Nas redes sociais, internautas divergiram sobre a mobilização. O leitor Aquino Ronaldo ponderou que o direito à greve é constitucional e serve para buscar melhores condições de trabalho, servindo de oportunidade para que o Governo Federal e as categorias cheguem a um acordo. Por outro lado, houve quem demonstrasse desconhecimento total do movimento, a exemplo de Fábio Santos, que afirmou sequer saber da paralisação.

A greve dos Correios foi deflagrada após os trabalhadores rejeitarem a proposta de acordo coletivo oferecida pela estatal. Em Mato Grosso do Sul, o Sintect-MS confirmou forte adesão. O principal ponto de conflito gira em torno do plano de saúde, cujos custos chegam a atingir R$ 1,2 mil mensais para alguns funcionários, além da cobrança por reposição inflacionária e manutenção de direitos.

Diante do cenário, o Tribunal Superior do Trabalho determinou que pelo menos 80% do efetivo dos Correios permaneça em atividade em cada unidade do país. A medida abrange tanto o atendimento ao público e a distribuição de encomendas quanto os setores administrativos, visando mitigar os impactos à população.

No caso da Caixa Econômica Federal, a paralisação por tempo indeterminado começou na mesma data, impulsionada pela rejeição à proposta do banco relacionada ao plano de assistência Saúde Caixa. Após o impasse, a instituição financeira optou por suspender eventuais punições aos manifestantes e sinalizou a retomada das negociações diretas com os representantes sindicais.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano