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Deputado do PL exibe arma em frente a comitê de candidato do PSOL no Rio

Deputado estadual Alexandre Knoploch (PL-RJ) foi visto exibindo o que parece ser uma arma durante tumulto em comitê eleitoral na Tijuca, zona norte carioca.

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Deputado do PL exibe arma em frente a comitê de candidato do PSOL no Rio

A apenas seis dias das eleições, o clima político se acirrou no Rio de Janeiro. O deputado estadual Alexandre Knoploch (PL-RJ) exibiu o que aparenta ser uma arma de fogo durante uma intensa confusão registrada nas dependências do comitê eleitoral do candidato Flávio Serafini (PSOL-RJ), situado no bairro da Tijuca, na zona norte da capital fluminense.

O episódio ocorreu nesta segunda-feira e mobilizou a atenção de apoiadores e transeuntes na região. De acordo com relatos divulgados pela equipe de campanha de Serafini, o parlamentar do PL teria ingressado no espaço de campanha, onde supostamente agrediu militantes presentes e utilizou spray de gás de pimenta para dispersar os presentes.

Apesar da repercussão e da circulação de registros visuais do ocorrido, as imagens disponíveis até o momento não capturam o instante exato em que a discussão teve início. Da mesma maneira, o material audiovisual analisado não comprova de forma isolada e definitiva o emprego do gás de pimenta relatado pelos integrantes da legenda do PSOL.

Diante da gravidade dos fatos narrados, a coordenação da campanha de Flávio Serafini agiu prontamente. Representantes do grupo informaram que um boletim de ocorrência formal foi registrado junto às autoridades policiais competentes para apurar as responsabilidades criminais decorrentes do tumulto.

Além da esfera policial, a equipe jurídica do candidato do PSOL anunciou que protocolará uma notícia-crime diretamente na Justiça Eleitoral. O objetivo da medida é investigar a ocorrência de eventuais infrações à legislação eleitoral, além de coibir atos de violência e intimidação no período que antecede o pleito.

O episódio evidencia o aumento das tensões políticas na reta final da disputa eleitoral de 2026. As autoridades agora devem analisar as imagens fornecidas pela campanha e ouvir testemunhas para esclarecer a dinâmica completa da ocorrência no comitê da Tijuca.

Fonte: noticias.uol.com.br

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