A administração do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo chega às vésperas do primeiro turno das eleições com 47% de avaliação positiva, sendo considerada boa ou ótima pelos eleitores paulistas. O índice foi divulgado por uma pesquisa do instituto Datafolha.
De acordo com os dados levantados, outros 29% dos entrevistados classificam o governo estadual como regular, enquanto 21% o avaliam como ruim ou péssimo. O levantamento anterior, publicado em 24 de setembro, trazia patamares semelhantes, com 46% de ótimo ou bom, 30% de regular e 21% de ruim ou péssimo.
Em termos de aprovação geral da maneira como o governador conduz a administração paulista, 62% dos eleitores afirmam aprovar a gestão, ao passo que 32% declaram desaprovar. No levantamento da semana anterior, a taxa de aprovação estava em 64%, com 31% de desaprovação entre os consultados.
A pesquisa atual do Datafolha ouviu 1.610 eleitores em diferentes municípios do estado de São Paulo entre os dias 28 e 30 de setembro. O grau de confiança estabelecido é de 95%, com margem de erro geral estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos, subindo para três pontos no recorte de votos válidos. O registro do levantamento junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob os códigos SP-01367/2026 e BR-02676/2026, com contratação realizada pela Folha e pela TV Globo.
No cenário eleitoral deste ano, a articulação política de Tarcísio garantiu a adesão de quase a totalidade dos partidos pertencentes ao espectro de centro-direita e direita para a composição de sua chapa. No âmbito nacional, o governador manifesta apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), enquanto a oposição aposta em Fernando Haddad (PT) para estruturar um palanque robusto para o presidente Lula (PT) no principal colégio eleitoral do país.
Ao longo do atual mandato, a percepção positiva sobre a gestão de Tarcísio manteve-se em patamares relativamente estáveis. Em abril de 2023, o índice de ótimo e bom era de 44%, oscilando para 41% em abril de 2025, e alcançando a marca de 45% nos meses de março e julho do corrente ano.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
