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Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa: ‘Nem picanha, nem fuzil’

Candidato à presidência pelo Avante, Augusto Cury criticou regalias de políticos e defendeu maior valorização da educação durante o encerramento de sua campanha do primeiro turno no interior paulista.

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Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa: ‘Nem picanha, nem fuzil’

O candidato à presidência da República Augusto Cury (Avante) criticou neste sábado (3) o excesso de privilégios desfrutados por políticos que estão no poder. Em contrapartida, o postulante apontou a falta de estrutura enfrentada por professores nas salas de aula da rede pública do país.

Durante declaração de campanha, Cury pontuou disparidades entre os recursos direcionados a autoridades e o suporte oferecido à educação básica. De acordo com o candidato, figuras públicas acumulam dezenas de funcionários e assessores pagos diretamente com o dinheiro dos contribuintes brasileiros.

"O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio do Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha", afirmou o escritor e candidato.

O último dia de campanha do primeiro turno de Augusto Cury ocorreu no município de Colina, cidade com 18 mil habitantes localizada na região de Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo, onde o próprio candidato nasceu.

Durante a agenda na cidade natal, Cury realizou uma caminhada pelas ruas locais, cumprimentou e abraçou apoiadores, além de visitar um estabelecimento comercial tradicional. Na ocasião, ele consumiu pão com mortadela e aproveitou o momento para relembrar as suas origens humildes.

Ao conversar com eleitores e a imprensa, Cury se posicionou como uma via alternativa aos nomes que aparecem na liderança das pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto nesta corrida eleitoral.

"Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas", declarou o candidato durante os atos de encerramento da agenda.

Finalizando suas declarações na reta final da disputa do primeiro turno, o candidato pelo Avante sintetizou sua proposta política com um lema voltado ao distanciamento dos extremos tradicionais da disputa nacional: "O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil."

Fonte: g1.globo.com

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