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Operação policial em Sidrolândia cumpre ordens judiciais e resulta em quatro mortes

Ação integrada das forças de segurança no bairro Alto da Figueira terminou em confronto armado na tarde de sexta-feira.

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Operação policial em Sidrolândia cumpre ordens judiciais e resulta em quatro mortes

Uma operação policial realizada na tarde de sexta-feira, 9 de outubro, terminou com quatro pessoas mortas no bairro Alto da Figueira, em Sidrolândia. A mobilização envolveu o cumprimento de ordens judiciais relacionadas a investigações de atentados nos municípios de Sidrolândia, Maracaju e Rio Brilhante.

Equipes da Polícia Civil, do Garras, do Batalhão de Choque, da Força Tática e da 8ª Companhia Independente da Polícia Militar se dirigiram a uma residência na Rua Adolício Pereira da Silva por volta das 14h30. O planejamento previa cumprir um mandado de prisão contra Jonas Gabriel de Souza Sales, de 19 anos, e uma ordem de busca e apreensão contra um adolescente de 17 anos.

Confronto e apreensões

Conforme o registro policial, os agentes anunciaram a presença ao chegarem ao imóvel, momento em que foram recebidos a tiros, atingindo inclusive um escudo balístico. Os policiais revidaram e quatro pessoas ficaram feridas, sendo socorridas e encaminhadas ao Hospital Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa, onde os óbitos foram constatados.

Entre os mortos, foram identificados Jonas Gabriel de Souza Sales e Vanessa Thiel de Almeida, ambos de 19 anos. No local, os policiais apreenderam dois revólveres calibre .38, um revólver calibre .32, uma pistola calibre 7,65 milímetros e uma motocicleta Honda Fan 125.

Investigação sobre disputas de facções

A Polícia Civil associou a investigação a pelo menos 13 episódios de homicídios e tentativas de homicídio decorrentes da rivalidade entre o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital na região. A linha investigativa aponta disputas pelo tráfico de drogas, rotas de entorpecentes e retaliações entre os grupos.

A ocorrência foi preservada para o trabalho da Polícia Científica e passou a ser apurada pela Polícia Civil e pela Polícia Judiciária Militar para examinar a intervenção e o uso da força. Até a manhã de sábado, 10 de outubro, não havia registro de novas prisões ou de decisões judiciais posteriores relacionadas ao caso.

Com informações de: Região MS Noticias.
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