A prefeita Adriane Barbosa Nogueira afirmou neste sábado (12) que mais de 20 equipes continuam mobilizadas nas ruas de Campo Grande para atender aos estragos causados pela forte tempestade que atingiu a Capital na última quinta-feira (10). De acordo com a chefe do Executivo municipal, os danos se estenderam por todas as regiões da cidade, atingindo escolas, unidades de saúde, equipamentos de assistência social e vias públicas.
A declaração foi dada após a Prefeitura decretar situação de emergência em razão do temporal, que provocou quedas de árvores e postes, destelhamentos generalizados, interrupções de vias e falhas na rede elétrica. O decreto publicado tem validade de 180 dias e classifica oficialmente o evento climático como tempestade e vendaval, com ventos que chegaram a quase 100 quilômetros por hora.
Segundo a prefeita, o trabalho de recuperação começou imediatamente após o temporal, mas o avanço das frentes de serviço foi dificultado por novas chuvas registradas durante a madrugada deste sábado. “As nossas equipes estão trabalhando desde o primeiro momento. Esta madrugada foi um pouco mais difícil o trabalho devido às chuvas”, relatou Adriane Nogueira.
Para acelerar os reparos, a força-tarefa municipal atua de forma integrada reunindo a Defesa Civil de Campo Grande, a Defesa Civil do Estado, o Corpo de Bombeiros e a concessionária Energisa. O objetivo dessa união de esforços é liberar as vias bloqueadas, eliminar situações de perigo iminente e restabelecer os serviços essenciais afetados pela falta de energia elétrica em diversos bairros.
A prefeita destacou que o planejamento das equipes prioriza os atendimentos considerados mais críticos, especialmente aqueles que oferecem risco direto à integridade física da população. “As equipes estão avançando, atendendo prioritariamente aquilo que pode trazer dano para a vida de muitas pessoas”, declarou.
Diante do cenário de destruição com galhos, árvores sobre veículos e imóveis e postes caídos, Adriane fez um apelo direto aos moradores para que não tentem realizar limpezas ou remoções por conta própria. Ela reforçou que muitas árvores caídas estão apoiadas sobre a fiação e podem estar energizadas, exigindo a atuação exclusiva de profissionais especializados e equipes de resgate.
Fonte: www.campograndenews.com.br
