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Disputa pelo Senado em Mato Grosso do Sul movimenta R$ 5,9 milhões entre 10 candidatos

A prestação parcial de contas dos candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul revela diferenças milionárias nas campanhas, com arrecadações e despesas que somam R$ 5,9 milhões.

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Disputa pelo Senado em Mato Grosso do Sul movimenta R$ 5,9 milhões entre 10 candidatos

A prestação parcial de contas dos candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul traz diferenças milionárias entre as campanhas. Enquanto concorrentes declararam não ter recebido nem gasto recursos, nomes como Capitão Contar (PL) já arrecadaram milhões e Reinaldo Azambuja (PL) concentram despesas elevadas na corrida eleitoral.

Os dados consultados mostram que a movimentação financeira entre os dez concorrentes atinge a marca de R$ 5,9 milhões. As informações detalhadas devem ser divulgadas oficialmente pela Justiça Eleitoral, com a identificação completa de doadores e valores repassados. Como os demonstrativos apresentam datas diferentes de atualização, os números ainda podem sofrer alterações.

Renan Contar, conhecido como Capitão Contar (PL), lidera a arrecadação na disputa, tendo recebido R$ 2.503.818,18. A maior parte dos recursos veio dos partidos da coligação, com R$ 2 milhões repassados pelo diretório nacional do PL e R$ 481.818,18 pelo diretório nacional do PP, além de R$ 22 mil doados por pessoas físicas. Apesar da quantia, a campanha não havia registrado despesas contratadas até as atualizações recentes.

Em seguida, Vander Loubet (PT) declarou R$ 1.603.411,27 em receitas, com forte apoio do diretório nacional do partido, que repassou R$ 1.588.286,27. O petista também obteve recursos via financiamento coletivo e doação estimável, registrando despesas modestas voltadas principalmente para impulsionamento de conteúdo e taxas administrativas.

Por sua vez, Reinaldo Azambuja (PL) recebeu R$ 1.138.125, mas contratou R$ 2.970.519,79 em despesas, alcançando cerca de 94% do limite permitido para campanhas ao Senado no estado. Os maiores gastos do candidato envolvem serviços advocatícios, militância de rua, produção de programas de rádio e televisão, impulsionamento e serviços contábeis.

Outros concorrentes também apresentaram suas movimentações parciais, como Soraya Thronicke (PSB) com R$ 517 mil em receitas, Roberto Oshiro (Novo) com receitas e despesas declaradas, além de candidaturas com contas zeradas ou valores menores, refletindo a diversidade de cenários financeiros na disputa pelas vagas no Senado Federal.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano