Duas unidades de uma rede de conveniências foram alvos de uma operação policial na tarde de quinta-feira (17), em Campo Grande. A ação, conduzida pela Polícia Civil, resultou na apreensão de armas de fogo, grande quantidade de munições, dinheiro e cigarros contrabandeados nos estabelecimentos.
A ofensiva foi deflagrada pela 7ª Delegacia de Polícia Civil, contando com o apoio operacional da 1ª e da 6ª Delegacias da Capital, como parte de um inquérito em andamento que investiga atividades ilícitas na região.
Os mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça foram cumpridos em dois endereços comerciais da conveniência JP. O primeiro estabelecimento fica localizado na Avenida Pôr do Sol, situada no Jardim Aeroporto, enquanto o segundo endereço funciona na Avenida Júlio de Castilho, na Vila Alba.
Durante as vistorias nos locais, os policiais civis encontraram dezenas de caixas de cigarros empilhadas de origem ilícita. Registros visuais da operação mostraram um grande volume de mercadorias contrabandeadas, sendo que algumas das caixas indicavam o armazenamento de até 10 mil unidades do produto.
Além dos cigarros, as equipes policiais apreenderam duas armas de fogo, vários carregadores e centenas de munições de diferentes calibres. Entre o material bélico recolhido e fotografado pelas autoridades estão caixas de munição da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e um manual de instruções referente a uma pistola modelo Taurus G2C.
Os agentes também recolheram valores em dinheiro durante as buscas nos estabelecimentos comerciais, embora o montante exato não tenha sido divulgado pelas autoridades policiais até o momento.
Apesar da expressiva quantidade de material ilícito recolhido, nenhuma prisão foi efetuada no decorrer da operação. De acordo com as informações da polícia, o principal alvo da investigação não foi localizado em nenhum dos dois endereços durante o cumprimento das ordens judiciais.
As investigações conduzidas pela Polícia Civil continuam em andamento para esclarecer a origem do material e identificar todos os envolvidos, embora o nome do investigado ainda não tenha sido tornado público.
A reportagem tentou contato com o responsável pelas conveniências citadas na operação. Em resposta por mensagem, ele declarou que estava conversando com seu advogado. A equipe solicitou um posicionamento oficial e o contato da defesa para manifestação, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
Fonte: www.campograndenews.com.br
