A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por intermédio da Delegacia de Homicídios situada em Londrina, abriu um inquérito policial para investigar as circunstâncias em torno do falecimento de Mônica Leite Alcântara, de 41 anos. O episódio trágico aconteceu durante a noite do último sábado na Rua Centenário do Sul, localizada no bairro Jardim Lindóia, situado na zona leste do município paranaense.
Segundo as informações prestadas pelo companheiro da vítima às autoridades policiais, Mônica teria passado mal repentinamente no interior do quarto do casal no momento em que ambos mantinham relações sexuais. Diante da situação de emergência, o homem acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para prestar socorro.
Contudo, ao chegarem à residência indicada, os profissionais de saúde puderam apenas constatar que a moradora já se encontrava sem vida. O médico encarregado pelo atendimento recusou-se a assinar e emitir a declaração de óbito no local do ocorrido, fundamentando sua decisão no histórico do relacionamento do casal, que incluía episódios anteriores de violência doméstica e uma medida protetiva que havia sido retirada recentemente.
Apesar da suspeita levantada pelo histórico e pela recusa da emissão do documento médico, os peritos técnicos que examinaram o cenário informaram preliminarmente que o corpo de Mônica Leite Alcântara não exibia marcas visíveis de agressão física ou sinais que indicassem luta corporal prévia.
Em depoimento complementar, familiares da vítima informaram aos investigadores que a mulher fazia uso constante e regrado de medicamentos voltados para o controle de hipertensão arterial. Adicionalmente, apontaram que o cômodo da residência onde o casal estava no momento do mal súbito apresentava temperatura elevada.
Atualmente, a Polícia Civil do Paraná aguarda a conclusão e a liberação dos laudos oficiais decorrentes dos exames necroscópicos realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Londrina. Esses documentos técnicos serão fundamentais para apontar com precisão a causa determinante da morte e dar continuidade aos desdobramentos da investigação.
Fonte: tnonline.uol.com.br
