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Nova enquete aborda dificuldade de moradores de Campo Grande com a fatura do cartão de crédito

Enquete desta segunda-feira questiona leitores sobre o pagamento da fatura do cartão, principal causa de endividamento na Capital.

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Nova enquete aborda dificuldade de moradores de Campo Grande com a fatura do cartão de crédito

A editoria de enquetes do portal traz nesta segunda-feira (28) um questionamento direto aos leitores sobre a gestão das despesas cotidianas: você consegue quitar a fatura inteira do cartão de crédito todos os meses ou precisa optar pelo pagamento parcial? A pergunta aborda um dos itens que mais impactam negativamente o orçamento das famílias brasileiras e sul-mato-grossenses.

Para responder à questão, a ferramenta interativa disponibiliza quatro alternativas principais: “Sim, sempre”, “Na maioria dos meses”, “Pago apenas uma parte” e “Já estou com a fatura atrasada”. A iniciativa busca mapear o comportamento financeiro dos participantes diante do cenário de endividamento atual.

O lançamento da pergunta coincide com o anúncio recente da terceira fase do programa Desenrola Brasil pelo governo federal. O chamado Desenrola 3.0 visa permitir a renegociação de dívidas de até R$ 10 mil com um desconto mínimo de 90%, abrangendo débitos que estejam atrasados entre 720 e 1.645 dias.

Segundo as projeções oficiais associadas ao programa, até R$ 150 bilhões em débitos poderão ser elegíveis para aquisição pela União, com uma expectativa de R$ 75 bilhões efetivamente renegociados e potencial para beneficiar cerca de 15 milhões de pessoas em todo o país.

No âmbito local, dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) revelam que 73,8% das famílias de Campo Grande estavam endividadas em julho, registrando um avanço de 7,6 pontos percentuais em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior, quando o índice marcava 66,2%.

O cartão de crédito destaca-se isoladamente como o principal motivador do endividamento na Capital, sendo apontado por 66,8% dos entrevistados. Outras categorias citadas no levantamento incluem carnês (16,9%), crédito pessoal (15,2%) e financiamento de veículos (11,1%), demonstrando o peso do crédito rotativo e das compras parceladas no cotidiano da população.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano