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Terceiro colocado na disputa presidencial, Augusto Cury declara que ficará em silêncio no segundo turno

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, anunciou que não apoiará nenhum dos candidatos no segundo turno e que pretende deixar a vida político-partidária.

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Terceiro colocado na disputa presidencial, Augusto Cury declara que ficará em silêncio no segundo turno

O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, declarou que adotará uma postura de total silêncio no segundo turno do pleito, que será disputado pelo atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva e pelo senador Flávio Bolsonaro, representante do PL pelo Rio de Janeiro.

Em declaração concedida a profissionais da imprensa, Cury foi enfático ao rejeitar qualquer associação de sua imagem ou de sua campanha com os postulantes que avançaram na disputa. Ele garantiu que nem ele próprio nem o coordenador de sua campanha, Júlio Delgado, autorizaram qualquer tipo de endosso a nomes da corrida presidencial.

O político ocupou a terceira posição na corrida pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, alcançando a marca de 3,44 milhões de votos, o que representou 2,89% dos votos válidos em todo o país. Com essa expressiva votação, o posicionamento do ex-candidato passou a ser cobiçado pelas campanhas finalistas em busca de apoios estratégicos.

Além de se abster do processo eleitoral nesta nova fase, Cury revelou que tem a convicção plena de que pretende se afastar definitivamente das atividades político-partidárias. Questionado sobre o futuro, ressaltou que sua decisão é firme, embora o amanhã seja incerto, motivada pelo foco em outros projetos pessoais e profissionais.

Durante sua trajetória na campanha, o representante do Avante centrou seus discursos em apelos para a superação da polarização política que divide o eleitorado brasileiro. Em carta oficial divulgada após a consolidação dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral, ele expressou gratidão aos eleitores e cumprimentou os concorrentes classificados, solicitando que ambos incorporem suas diretrizes programáticas.

Na mensagem pública, Cury enfatizou a necessidade de diálogo harmonioso entre diferentes correntes ideológicas, defendendo que conservadores e progressistas consigam debater e criticar ideias sem desumanizar o oponente. O político encerrou desejando que o vencedor da disputa governe com foco na construção de um futuro de esperança para a nação.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano