A defesa do caçula do clã Jafar, Giovanni Paroschi Jafar — denunciado por desvios de R$ 27 milhões por meio de fraudes em licitações em Mato Grosso do Sul —, tenta anular as decisões referentes à Operação Gutenberg junto aos desembargadores do TJMS (Tribunal de Justiça de MS).
O processo pode anular as prisões preventivas que levaram todo o núcleo familiar e mais 11 pessoas para a cadeia e mira a juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna, do Núcleo de Garantias, que é casada com um juiz que também atuou no caso.
A juíza rejeitou o pedido de impedimento e manteve as prisões da Gutenberg. A ação analisa a neutralidade da magistrada para julgar o caso. Agora, a defesa pediu que o caso suba para o TJ, para ser julgado pelos desembargadores.
Fonte: midiamax.com.br
