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Ministério envia diretrizes para que Aeroporto de Guarulhos instale sistema anti-drones

Governo federal estabelece novas regras para reforçar a segurança aérea e determina que concessionária de Guarulhos adote tecnologias de detecção e neutralização de drones.

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Ministério envia diretrizes para que Aeroporto de Guarulhos instale sistema anti-drones

O Ministério enviou novas diretrizes oficiais determinando que o Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, receba a instalação de um sistema especializado de combate e controle de drones. A medida tem como principal objetivo elevar o patamar de segurança das operações aéreas no terminal diante de riscos recentes.

De acordo com o planejamento estabelecido pela pasta, todo o processo que abrange a aquisição, a implantação e a posterior operação dos equipamentos tecnológicos ficará sob a responsabilidade direta da concessionária que administra o aeroporto. O projeto deve seguir rigorosamente os requisitos técnicos e de segurança definidos pelos órgãos competentes do setor.

A escolha do aeroporto paulista para dar o pontapé inicial na iniciativa ocorreu devido à sua enorme relevância estratégica para a malha aérea nacional, além do histórico de ocorrências registradas envolvendo o tráfego irregular de aeronaves não tripuladas nas proximidades das pistas de pouso e desolagem.

Segundo o comando do ministério, a implantação representa um avanço essencial para responder com mais efetividade aos problemas gerados por drones perto dos terminais. A fase piloto em Guarulhos servirá como parâmetro técnico para avaliar a viabilidade de estender o modelo de proteção a outros aeroportos estratégicos do território brasileiro.

No escopo das obrigações, a concessionária gestora precisará gerenciar capacidades avançadas de detecção, monitoramento, mitigação e neutralização. Cabe também à empresa realizar a primeira resposta a incidentes e a imediata comunicação às autoridades competentes, enquanto o Decea atuará na definição das áreas de proteção e dos protocolos operacionais. Os dispositivos empregados precisarão obrigatoriamente de homologação prévia pela Anatel.

Por fim, a Anac realizará análises detalhadas de risco e de custo-benefício, consultando órgãos como a Polícia Federal e o Decea. Caso a agência reguladora aponte a necessidade de expansão, novos critérios serão fixados para determinar a obrigatoriedade do sistema anti-drones em outros complexos aeroportuários do país.

Fonte: noticias.uol.com.br

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