A realização de obras de manutenção preventiva em duas pontes situadas na rodovia MS-040 provocou a interdição do tráfego para veículos pesados no trecho que liga Campo Grande a Santa Rita do Pardo. Os trabalhos tiveram início no dia 6 de setembro e seguem de forma contínua para garantir a segurança da infraestrutura viária.
As intervenções, que estão sob a responsabilidade da concessionária Caminhos da Celulose, concentram-se nos quilômetros 205 e 223 da rodovia. Devido à complexidade dos serviços de engenharia executados nos locais, caminhões, ônibus e demais veículos de grande porte estão proibidos de transitar pelas pontes durante todo o período das obras.
Para os condutores de veículos leves, o fluxo de tráfego foi organizado por meio do sistema de “Pare e Siga”. Com essa dinâmica, a passagem ocorre de maneira alternada, permitindo a liberação de apenas um sentido por vez sobre as estruturas em manutenção. A orientação aos motoristas é para que redobrem a atenção e respeitem rigorosamente a sinalização instalada na região.
Como forma de assegurar o cumprimento das normas e a fluidez do trânsito remanescente, o BPMRv (Batalhão de Polícia Militar Rodoviária) intensificou a fiscalização na rodovia MS-040. O monitoramento do fluxo também conta com o auxílio de câmeras de videomonitoramento ao longo do percurso.
Motoristas de veículos pesados que insistirem em transitar pelo trecho interditado ficam sujeitos a autuações. A legislação de trânsito prevê penalidades para condutores que trafegam em locais ou horários proibidos, desobedecem ordens de autoridades competentes ou realizam a transposição de bloqueios viários.
Diante das restrições, a concessionária recomenda rotas alternativas para o escoamento do tráfego pesado. Os condutores podem optar pela BR-262, ligando Campo Grande a Três Lagoas, ou pela BR-267, que conecta Nova Alvorada do Sul a Bataguassu. Para quem realiza o trajeto entre o estado de São Paulo, Bataguassu e a Capital, a indicação principal é o desvio pela BR-267.
A previsão da Caminhos da Celulose é de que os serviços de conservação e melhoria durem entre 30 e 60 dias. Transportadoras e motoristas que utilizam a rota com frequência são aconselhados a planejar suas viagens com antecedência, visando evitar transtornos e retenções decorrentes das interdições. Dúvidas sobre as rotas e a fiscalização podem ser esclarecidas por meio do telefone 198.
Fonte: www.campograndenews.com.br
