O g1 promoveu, nesta sexta-feira (11), um debate com candidatos ao Senado pelo Distrito Federal. Com mediação do jornalista Antônio de Castro, o encontro foi realizado nos estúdios da TV Globo em Brasília e transmitido ao vivo no site e nos perfis do portal no YouTube, no TikTok e no Instagram.
Participaram do debate os candidatos Erika Kokay (PT), Guto Felicio dos Santos (PSDB), Marley (Avante) e Ronaldo Fonseca (PSD). As candidatas Bia Kicis (PL), Leila do Vôlei (PDT) e Michelle Bolsonaro (PL) também foram convidadas seguindo as regras previstas para o evento, mas decidiram não participar.
A equipe do Fato ou Fake analisou as principais declarações dadas pelos candidatos durante o confronto político. Entre os temas abordados estiveram os repasses federais ao Fundo Constitucional do Distrito Federal, dados sobre o orçamento de políticas para mulheres, a atuação econômica do Banco de Brasília (BRB) e questões ligadas à saúde pública na capital.
Sobre os repasses da União, a candidata Erika Kokay afirmou que no governo Bolsonaro houve um repasse de R$ 16 bilhões para o Fundo Constitucional, montante que subiu para R$ 28 bilhões na gestão atual. A checagem apontou que a declaração é #FATO, com base nos registros do Portal da Transparência que confirmam os valores transferidos.
Outro ponto debatido envolveu o Banco de Brasília. O candidato Guto Felicio apontou que a instituição começou a financiar clubes de futebol, Fórmula 1 e a abrir agências fora do DF, o que foi classificado como #FATO diante de parcerias e balanços oficiais do banco. Por sua vez, Marley (Avante) mencionou valores bilionários envolvendo transações do BRB, usando estimativas e dados de investigações da Polícia Federal.
Na área da saúde, Ronaldo Fonseca apontou que a rede pública do Distrito Federal não conta com helicóptero próprio para resgates, informação confirmada pela Secretaria de Saúde do DF. O candidato também mencionou o tamanho da fila de espera por procedimentos cirúrgicos, dado que encontra respaldo nos números do Mapa Social da Saúde do Ministério Público do DF.
Fonte: g1.globo.com
