A corrida para a Presidência da República em 2026 tem movimentado o cenário político nacional, com diversos institutos divulgando novos levantamentos sobre a preferência do eleitorado brasileiro. A disputa conta com doze nomes registrados oficialmente como candidatos ao Palácio do Planalto, representando diferentes correntes ideológicas e partidos políticos.
No cenário de primeiro turno estimulado, a pesquisa Quaest divulgada em 21 de setembro apontou o candidato petista na liderança com 37% das intenções de voto, seguido de perto pelo representante do PL, que marcou 33%. Na mesma sondagem, outros nomes apareceram pontuando, como Augusto Cury com 6%, Ronaldo Caiado com 4% e Renan Santos com 3%.
Outro levantamento publicado no mesmo dia, o BTG/Nexus, colocou o candidato do PT com 40% contra 37% do postulante do PL no primeiro turno. A pesquisa também registrou Augusto Cury com 6% e Caiado com 5%. Já o Datafolha, em 17 de setembro, indicou 39% para o candidato petista e 36% para o representante liberal, mantendo a dinâmica de polarização no topo.
A pesquisa Futura/100% Cidades, publicada na mesma data de 17 de setembro, trouxe números bastante ajustados, assinalando 38,3% para Lula e 37,7% para Flávio Bolsonaro no primeiro turno. Nesse levantamento, Augusto Cury obteve 6,5% e Ronaldo Caiado registrou 4,5% das intenções de voto dos entrevistados.
Em eventuais cenários de segundo turno, as simulações indicam forte acirramento e situações de empate técnico em vários institutos. No BTG/Nexus, o candidato do PT apareceu com 46% ante 45% do adversário do PL. Por sua vez, a Atlas/Bloomberg apontou o representante liberal com 47,2% e o candidato petista com 46% de preferência, considerando a margem de erro.
A sondagem da Futura/100% Cidades colocou o candidato do PL numericamente à frente no segundo turno, com 48,1%, frente a 43,7% do oponente do PT. Em contrapartida, o levantamento da CNT/MDA destacou o petista com 47,3% e o adversário com 40% das intenções de voto na mesma simulação de disputa direta.
As pesquisas seguiram rigorosas metodologias registradas no Tribunal Superior Eleitoral. A Quaest ouviu 2,004 eleitores presencialmente, enquanto a Atlas/Bloomberg consultou 5,018 pessoas por recrutamento digital aleatório, e a Palver entrevistou 5,000 cidadãos pela internet, todas apresentando níveis de confiança estatística de 95%.
Fonte: noticias.uol.com.br
