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FOTOS: veja como é o jato executivo Legacy 650 usado por Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes

Aeronave utilizada pelo senador e pelo ministro do STF é um modelo Legacy 650, fabricado pela Embraer, com capacidade para 13 passageiros e autonomia de longo alcance.

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FOTOS: veja como é o jato executivo Legacy 650 usado por Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes

A aeronave utilizada recentemente pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é um Legacy 650, jato executivo fabricado pela Embraer. Detalhes sobre o modelo e sua administração vieram à tona após apurações jornalísticas confirmarem o uso do transporte por autoridades em datas distintas.

O jato executivo possui especificações técnicas robustas para voos de longa distância. A aeronave conta com capacidade para três tripulantes e até 13 passageiros, apresentando um alcance de até 6.780 km e velocidade de cruzeiro que pode atingir cerca de 850 km/h, conforme dados operacionais do modelo prefixo PP-NLR, fabricado em 2012.

O senador Flávio Bolsonaro confirmou publicamente que viajou no jato junto com sua família e com o amigo Willer Tomaz, saindo dos Estados Unidos em direção ao Brasil em janeiro de 2025. Meses depois, em agosto do mesmo ano, a mesma aeronave foi utilizada pelo ministro Alexandre de Moraes e por sua esposa, a advogada Viviane Barci.

A viagem de retorno de Flávio ao Brasil ocorreu no dia 19 de janeiro de 2025, decolando de Fort Lauderdale, na região de Miami, às 12h15, e pousando em Brasília às 20h01. Registros alfandegários confirmaram a saída do senador dos Estados Unidos, onde ele havia passado as festas de fim de ano.

Na época da viagem do senador, o jato era administrado por uma empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro, operando sob um contrato de cessão. Posteriormente, a aeronave entrou no radar de investigações e foi apontada pela Polícia Federal em negociações envolvendo contratos de prestação de serviços advocatícios.

Em nota oficial, o advogado Willer Tomaz negou qualquer ligação com Daniel Vorcaro. Segundo a defesa de Tomaz, ele não conhece o banqueiro, nunca esteve com ele e não celebrou negócios de nenhuma natureza, afirmando ainda estar em litígio com a empresa gestora após tomar conhecimento de transações envolvendo a cota da aeronave.

Fonte: g1.globo.com

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