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Após danos por temporal, Bombeiros de Apucarana alertam para riscos de quedas e choques em reparos

Com cerca de 5 mil residências afetadas por ventos fortes e granizo, moradores devem redobrar cuidados ao consertar telhados e evitar acidentes graves.

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Após danos por temporal, Bombeiros de Apucarana alertam para riscos de quedas e choques em reparos

Moradores do município de Apucarana que sofreram prejuízos em suas residências devido ao forte temporal registrado na última segunda-feira precisam redobrar a atenção e a cautela durante a execução dos reparos estruturais. De acordo com os registros oficiais, as rajadas intensas de vento e a incidência de granizo provocaram destelhamentos e danos materiais em aproximadamente 5 mil imóveis na região.

Diante desse cenário, o Corpo de Bombeiros emitiu um alerta severo ressaltando que a tentativa de realizar serviços de manutenção sem o devido preparo ou medidas de segurança pode desencadear acidentes de gravidade elevada, com destaque especial para quedas de altura e descargas elétricas decorrentes de falhas na rede de energia.

Segundo orientações da Capitã Ana Paula Zanlorenzi, porta-voz da corporação, a conduta inicial recomendada consiste em aguardar a estabilização completa das condições meteorológicas antes de iniciar qualquer atividade no topo das construções. A presença remanescente de chuva ou ventania torna as telhas excessivamente escorregadias, elevando drasticamente a probabilidade de desabamentos e quedas.

Além do fator climático, a estrutura dos telhados pode ter sofrido comprometimentos invisíveis durante o vendaval, fazendo com que telhas aparentemente firmes cedam ao peso humano. Os bombeiros enfatizam a necessidade de observar cuidadosamente os pontos de apoio durante o trânsito sobre a cobertura para prevenir rompimentos e acidentes trágicos.

A rede elétrica local também representa um perigo latente, visto que diversos cabos podem ter sido rompidos e estarem caídos ou pendurados nas proximidades das moradias. A corporação alerta que o risco de choque elétrico persiste mesmo sem o toque direto no condutor, devido ao fenômeno do arco voltaico gerado pela proximidade excessiva do fio energizado.

Para minimizar os perigos inerentes aos reparos, os profissionais recomendam o uso correto de equipamentos de proteção individual, tais como calçados com solados antiderrapantes, luvas de proteção e capacetes para amortecer eventuais impactos. Adicionalmente, adverte-se que o trabalho nunca deve ser executado de maneira isolada, sendo fundamental a presença de um acompanhante para acionar imediatamente o serviço de emergência pelo telefone 193 em caso de necessidade.

Fonte: tnonline.uol.com.br

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